Não existe protocolo pronto que sirva para o seu hospital. Eu construo a arquitetura de processos do seu Centro Cirúrgico: desenhada a partir dos seus dados, das suas restrições e das pessoas que operam o CC todos os dias, do agendamento à higienização.
Responda perguntas rápidas sobre a sua operação. Você vê o briefing na hora e recebe um relatório executivo de uma página, analisado pessoalmente, em até 24 horas.
Informe os números reais do seu CC, sem limite de porte. Se não tiver o valor exato, use a sua melhor estimativa: na etapa seguinte você indica o quanto os dados são medidos.
Cirurgias agendadas que não aconteceram, sobre o total agendado.
Da saída do paciente até a entrada do próximo.
Sem OPME.
Pode ajustar se o seu CC opera em turno estendido ou 24h.
Isso direciona a análise do seu relatório.
O briefing aparece assim que você concluir. O relatório executivo chega por e-mail e WhatsApp em até 24 horas.
Premissas da simulação: horas de sala e dias de operação informados por você, duração média de procedimento de 90 min. Giro de referência de 20 min e taxa de cancelamento de referência de 8% como cenário de operação estruturada. Considera, de forma conservadora, que apenas metade da capacidade liberada pelo giro vira procedimento realizado. Valores estimados para fins de diagnóstico, não constituem promessa de resultado.
Sem custo. Sem compromisso. Os dados do seu hospital ficam restritos à análise.
Quando a operação funciona porque alguém está presente, qualquer ausência vira risco. Excelência que depende de heróis não é excelência. É sorte com prazo de validade.
Já estive do outro lado do bisturi. Paciente. Aguardando cirurgia. A sala estava pronta às 07h00. O cirurgião chegou às 08h40. Ninguém avisou. Ninguém explicou. Ninguém sabia ao certo o motivo.
Pauta fechada na manhã do procedimento. Cirurgião sem confirmação formal. Equipe aguardando uma informação que nunca foi disparada. Um sistema que funcionava quando o coordenador certo estava presente e falhava quando não estava.
"Não era descuido. Era ausência de sistema."— Matheus Sacoman, Arquiteto de Processos em Saúde™
Esta arquitetura foi pensada para você se…
Cada Centro Cirúrgico tem seu corpo clínico, sua mistura de convênios, sua estrutura física e seus acordos informais. Um processo que ignora isso é rejeitado pela operação, por melhor que seja no papel.
Rigor de Lean Six Sigma Black Belt e a filosofia da Governança pela Ausência™: o sistema precisa funcionar quando o líder não está.
Leitura dos dados de pauta, cancelamento, giro e ocupação. Mapeamento do fluxo real, não do fluxo que está no papel.
Conversas estruturadas com cada categoria profissional do CC. É daqui que saem as causas-raiz que nenhum relatório mostra.
Fluxos, papéis, pontos de decisão, SLAs entre equipes e indicadores, construídos junto com quem vai executar.
Acompanhamento até o processo rodar sem depender de mim ou de uma pessoa-chave. A saída é planejada desde o início.
O cancelamento de uma cirurgia raramente nasce no CC. Ele nasce no agendamento, na avaliação pré-anestésica, na autorização do convênio ou na CME. A arquitetura envolve cada elo.
O escopo é definido no diagnóstico. Estes são componentes típicos de uma arquitetura de governança cirúrgica, sempre construídos para a sua realidade.
Janela de fechamento, responsáveis por confirmação e critérios de cancelamento preventivo.
Termo de Assunção de Risco Operacional. Quando o desvio acontece, o risco passa a ter nome, cargo e assinatura de quem decide.
SLAs de giro e abertura de sala acordados entre CC, higienização, CME e cirurgia.
Checklists e fluxos que tiram a operação da memória das pessoas.
KPIs com fórmula, meta e gatilho de ação, alimentados pela própria rotina.
Reuniões curtas com pauta fixa para tratar desvios com dado, não com narrativa.
O processo não precisa de heróis.
Precisa de arquitetura.
Não. Você responde as perguntas, vê o briefing na hora e recebe o relatório executivo em até 24 horas, sem compromisso.
Depende do porte do CC, do número de salas, da maturidade dos dados e do escopo. Por isso ela nunca começa por uma proposta genérica: começa pelo diagnóstico.
Não. Muitos hospitais começam sem medir giro ou cancelamento de forma sistemática. Estruturar essa medição faz parte do trabalho.
Sim, e isso é inegociável. Um processo desenhado sem cirurgiões e anestesistas é um processo que eles não vão seguir.
A condução combina momentos presenciais com acompanhamento remoto estruturado. O formato é definido conforme a necessidade e a localização do hospital.
São usados exclusivamente para elaborar o seu relatório e para contato comercial do Arquiteto de Processos em Saúde™. Não são compartilhados com terceiros.
Cada dia sem sistema é um dia em que a operação depende da pessoa certa estar no lugar certo. Comece medindo o tamanho disso.
Atendimento direto com o Arquiteto · Lean Six Sigma Black Belt