Não existe protocolo pronto de gestão de leitos que sirva para o seu hospital. Eu construo a arquitetura do fluxo do paciente, da admissão à saída do leito: desenhada a partir do seu censo, das suas restrições e das pessoas que decidem a alta, liberam o leito e regulam a entrada.
Responda perguntas rápidas sobre o fluxo da internação. Você vê o briefing na hora e recebe um relatório executivo de uma página, analisado pessoalmente, em até 24 horas.
Informe os números reais da internação, sem limite de porte. Se não tiver o valor exato, use a sua melhor estimativa: na etapa seguinte você indica o quanto os dados são medidos.
Enfermarias, apartamentos e UTI. Sem leitos de observação do PS.
Pacientes-dia sobre leitos-dia disponíveis.
Média geral do hospital.
Saída física do paciente, não a assinatura da alta.
Da saída do paciente até o leito higienizado e disponível no sistema.
Sem honorários médicos e sem OPME.
Isso direciona a análise do seu relatório.
O briefing aparece assim que você concluir. O relatório executivo chega por e-mail e WhatsApp em até 24 horas.
Sem custo. Sem compromisso. Os dados do seu hospital ficam restritos à análise.
Quando a saída do paciente depende de alguém cobrar, cada alta vira uma negociação. E cada hora de leito parado aparece lá na frente, como paciente em maca no PS ou cirurgia sem vaga.
Um dia comum em muitos hospitais. A alta é assinada no fim da visita da manhã. A receita demora. O transporte da família só chega depois do almoço. O paciente sai às 15h. A higienização é avisada às 16h. O leito aparece como livre no sistema no começo da noite.
Enquanto isso, o PS segurou dois pacientes em maca e uma cirurgia eletiva foi remarcada por falta de vaga. Ninguém errou sozinho. Cada etapa esperou a anterior, e ninguém era dono do fluxo inteiro.
"O leito não estava ocupado por um paciente. Estava ocupado por um processo."
Esta arquitetura foi pensada para você se…
Cada hospital tem seu corpo clínico, seu perfil de pacientes, sua regulação com convênios e SUS e seus acordos informais entre unidades. Um fluxo que ignora isso é contornado pela operação, por melhor que pareça no papel.
Rigor de Lean Six Sigma Black Belt e a filosofia da Governança pela Ausência™: o fluxo precisa funcionar quando o líder não está.
Leitura do censo, da permanência por unidade, do horário real de saída e do tempo de liberação. Mapeamento da jornada real, não da que está no papel.
Conversas estruturadas com cada elo do fluxo. É daqui que saem as causas que nenhum relatório de ocupação mostra.
Alta programática, papéis do NIR, SLAs de liberação, ritos diários e indicadores, construídos junto com quem vai executar.
Acompanhamento até o fluxo rodar sem depender de mim ou de uma pessoa-chave. A saída é planejada desde o início.
A alta tardia raramente é culpa de uma pessoa. Ela nasce na visita médica, na prescrição de alta, na farmácia, no transporte, na higienização e na falta de alguém que olhe o fluxo inteiro. A arquitetura envolve cada elo.
O escopo é definido no diagnóstico. Estes são componentes típicos de uma arquitetura de governança de leitos, sempre construídos para a sua realidade.
Data provável de alta definida na admissão, critérios clínicos e gatilhos para preparar a saída na véspera.
O núcleo deixa de ser central de pedidos e passa a gerir o fluxo: rotina diária, previsão de vagas e autoridade para destravar a saída.
Tempos acordados entre enfermagem, higienização, farmácia e NIR, do aviso de alta ao leito disponível.
A jornada do paciente desenhada ponta a ponta, com os pontos de espera medidos.
Permanência, ocupação, horário de saída e tempo de liberação por unidade, com meta e gatilho de ação.
Reunião curta diária de leitos, com pauta fixa, para tratar desvios com dado, não com narrativa.
Antes de abrir leitos,
descubra quantos já estão travados.
Não. Você responde as perguntas, vê o briefing na hora e recebe o relatório executivo em até 24 horas, sem compromisso.
Depende do número de leitos, das unidades envolvidas, da maturidade dos dados e do escopo. Por isso ela nunca começa por uma proposta genérica: começa pelo diagnóstico.
Sim. O sistema mostra o leito. Quem faz o leito girar são as decisões e os acordos entre as equipes. A arquitetura define essas regras e usa o sistema que você já tem para acompanhá-las.
Sim, e isso é inegociável. A alta é uma decisão médica. Um fluxo desenhado sem os médicos é um fluxo que eles não vão seguir.
Não. Muitos hospitais não medem o horário real de saída nem o tempo de liberação do leito. Estruturar essa medição faz parte do trabalho.
São usados exclusivamente para elaborar o seu relatório e para contato comercial do Arquiteto de Processos em Saúde™. Não são compartilhados com terceiros.
Cada leito parado à espera de uma saída é um paciente esperando em outro lugar do hospital. Comece medindo o tamanho disso.
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